Os primeiros tempos desta «Nova Costa de Oiro», que agora tem o seu lar num mundo virtual, ao contrário da de 1995 que era feita em papel, não têm sido propriamente fáceis.
Já relatei anteriormente as dificuldades que enfrentei a nível informático e que resultaram de sucessivas avarias de equipamentos por falha da EDP (minhas é que não foram, de certeza!).
Depois, por que estive muito tempo sem escrever e fui perdendo ritmo, inspiração, criatividade, vocabulário. Se o meu amigo José Vieira Calado («velho Mestre», cuja amizade muito prezo) não me tivesse dado umas valiosas instruções relativamente a este «Novo Mundo dos Blogues», ter-me-ia sido ainda muito mais difícil estar aqui.
Mas não foi só dele que recebi palavras de incentivo e de ajuda. António Guimarães, Nuno Marques, Cristiano Cerol, Lucinda Correia, Miguel Velhinho, João Velhinho, José Alberto Baptista, JAAL, Rui, Miguel Velhinho, Liliana Miranda, Calitas, Deda, Hélio Xavier, Verodito Cascas, Vilhena Mesquita, Roberta Dias (vou esquecer-me de alguém sem perdão, e serei chamado à atenção, com razão...) têm-me ajudado. E o Hélio José, é claro!
Ao dar início a este projecto, eu pretendia não só partilhar o espólio da «Nova Costa de Oiro» com os meus concidadãos, como também contar «histórias paralelas» e que nunca foram reveladas relacionadas não só com os respectivos autores, como também com as «peças» por eles publicadas. Mas a verdade é que pela minha maneira de ser tenho uma grande dificuldade (inquietação!) em evitar comparar Lagos em 1995 (e até ao fim da «Nova Costa de Oiro» - Dezembro de 1999), com Lagos em 2010. Irá isso desvirtuar a minha ideia inicial? Creio que sim! Mas não o lamento!
Lagos é uma cidade centenária e não irá «morrer» após a minha morte e subsequente cremação, nem após a dos meus contemporâneos ilustres eleitos locais. Hoje, estou vivo! Sou cidadão português, nascido em Lagos, e acho que não me devo abster de participar da vida da minha cidade. Nem de comparar ontem com hoje. De opinar. De criticar. De sugerir. De errar. De contribuir assim para que tenhamos uma vida melhor, segundo os meus valores e ideologia política (por muito equivocado que eu possa estar e por muito condenável que seja esta minha ideia!).
Por estas razões, que me me são raiz e porto de abrigo, gostaria de pedir aos que foram colaboradores da «Nova Costa de Oiro» e a todos os outros que nunca o foram, meus concidadãos, que contribuam com textos ou de qualquer outra forma que entenderem para enriquecer este espaço.
A revista «Nova Costa de Oiro», em papel, fez-se com a ajuda de muita gente. Não poderá ser assim com esta «virtual» «Nova Costa de Oiro»?.
Ontem. Hoje. Eu. Nós.

2 comentários:
Agora só te falta abrires o espaço a colaboradores interessados em, de uma forma digna e consciente, colaborarem. Obrigado pela referência.
Abraço e boa sorte neste meio.
carlos meu amigo querido,
Para ti terei sempre palavras de incentivo. Mas o talento te sobra!!
mil beijos
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