Na capa, em destaque, ainda com o logótipo criado pela Lucinda Correia, apresentámos uma fotografia da autoria de João Filgueiras, por cortesia da revista «Caras».
Na imagem maior, à esquerda, está o Chefe da Casa Real Portuguesa, Dom Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança acompanhado por sua esposa, Senhora Dona Isabel de Herédia. O pretendente ao Trono de Portugal deslocar-se-ia por esses dias a Lagos, a convite do Rotary Club de Lagos, ao Hotel Golfinho, num convívio de carácter humanitário que a nossa revista acompanhou por amabilidade do nosso colaborador Carlos Abreu. Desse momento vos darei mais pormenores brevemente.
Em fotografia mais pequena, no canto inferior direito da nossa capa está o José Manuel Freire. As duas páginas centrais da «Nova Costa de Oiro» (10 e 11) foram elaboradas a partir de uma entrevista a esse vereador eleito pela CDU e que nessa data já tinha cerca de 20 anos de eleito ao serviço do Poder Local saído da Revolução de Abril.
O que o José Manuel Freire disse em Novembro de 1995 à «Nova Costa de Oiro» reflectia as preocupações que então se viviam em Lagos ao nível do ambiente, dos espaços verdes e dos serviços urbanos, pois era esse o seu pelouro. Parte delas foram resolvidas, entretanto. Outras, ainda não. O seu raciocínio, a sua capacidade de análise e o seu empenho politicamente honesto e desinteressado merecem que relamos com a máxima atenção as duas páginas da sua entrevista ao «Entre bicas... Entre bocas».
[Não tem nada a ver com o que digo acima, mas segundo percebi, foi este mesmo José Manuel Freire, agora deputado municipal eleito pela CDU, impedido de intervir na última Sessão Comemorativa do 25 de Abril, em Lagos. Deve haver uma boa explicação para tal, pois ultimamente há sempre alguém de responsabilidade que fornece boas explicações para as coisas mais bizarras que acontecem na Terra dos Fenómenos, perdão, dos Descobrimentos].
[Não tem nada a ver com o que digo acima, mas segundo percebi, foi este mesmo José Manuel Freire, agora deputado municipal eleito pela CDU, impedido de intervir na última Sessão Comemorativa do 25 de Abril, em Lagos. Deve haver uma boa explicação para tal, pois ultimamente há sempre alguém de responsabilidade que fornece boas explicações para as coisas mais bizarras que acontecem na Terra dos Fenómenos, perdão, dos Descobrimentos].

2 comentários:
Atitutes bizarras e explicações bizarras andam à solta por aí!...
beijos da PENTACAMPEÃ RUBRO NEGRA, rouca, daqui deste lado de cá do oceano.
O Zé Manel é, na minha opinião, um "padrão da municipalidade". Ora o quê que eu quero dizer com isto, nestas palavras obtusas e anacrónicas? Quero dizer que ele é uma figura incontornável da democracia local e que por muito que o mandem calar nem sequer reparam que fala mais alto que todos os outros. Eu não serei comunista nem é sequer, o comunismo, uma filosofia de vida que me desperte a atenção, mas como sempre tenho pautado os meus interesses pela diferenciação, pouco me importa o que advoga o Zé Manel, é um tipo respeitável e como tal não poderá ser calado, ainda que mudo. Basta a sua presença. Há muitos anos havia uma figura no Estado que tinha um cargo vitalício, era relacionado com o poder judicial se bem me recordo, o Zé Manel deveria ser Deputado Municipal Vitalício e a cidade ganhava com isso.
Tivéssemos nós muitos como ele!!!
Tenho dito!!!
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