
«O progressivo aumento de ocupação de via pública quer pelo multiplicar de esplanadas quer pela chamada venda ambulante tem, em Lagos e ultimamente, conferido aos que fazem desta cidade o seu local de vivência, uma impressão de descuido e total ignorância por parte do poder local, face a este fenómeno [...]».
Foi com este texto que Nuno Pedro Marques, estudante de Urbanismo no ISMAG, em Lisboa, em 1995, deu início à sua colaboração na revista «Nova Costa de Oiro».
Conheço e sou amigo do Nuno desde que me lembro. As nossas famílias já eram amigas antes de termos nascido. E eu, tal como ele, nasci na casa dos seus avós maternos, na Rua Silva Lopes, naquela a que ainda hoje chamo a «minha rua».
Na década de 80, fizemos em conjunto um programa na rádio «Atlântico Sul» intitulado «Manobras Nacionais» (com genérico musical de Nuno Rebelo e Madredeus, editado pelo Ricardo Soares), onde apresentávamos bandas e grupos da então chamada «Música Moderna Portuguesa».
Mais tarde organizámos por iniciativa do Nuno um fórum a que também chamámos «Vila-a-dentro – a cidade e os jovens», do qual falarei detalhadamente quando essa notícia surgir nas edições 8 e 16 da «Nova Costa de Oiro».
Politicamente situamo-nos em campos opostos, como é público. Não obstante, falamos, discutimos, esgrimimos argumentos, aberta e frontalmente, com elevação e algumas «picardias» naturais.
Em Lagos, Vila-a-dentro, a Amizade escreve-se com A maiúsculo.
«[...] A busca do tão falado turismo de qualidade não passa para já, de uma parca ilusão [...]», Nuno Marques, Outubro de 1995, opinião que era então a minha e que hoje se mantém cada vez mais firme!
(pela sua espantosa actualidade, recomendo a leitura do artigo do Nuno Marques, na página 8 da edição 1 da «Nova Costa de Oiro»).
Foi com este texto que Nuno Pedro Marques, estudante de Urbanismo no ISMAG, em Lisboa, em 1995, deu início à sua colaboração na revista «Nova Costa de Oiro».
Conheço e sou amigo do Nuno desde que me lembro. As nossas famílias já eram amigas antes de termos nascido. E eu, tal como ele, nasci na casa dos seus avós maternos, na Rua Silva Lopes, naquela a que ainda hoje chamo a «minha rua».
Na década de 80, fizemos em conjunto um programa na rádio «Atlântico Sul» intitulado «Manobras Nacionais» (com genérico musical de Nuno Rebelo e Madredeus, editado pelo Ricardo Soares), onde apresentávamos bandas e grupos da então chamada «Música Moderna Portuguesa».
Mais tarde organizámos por iniciativa do Nuno um fórum a que também chamámos «Vila-a-dentro – a cidade e os jovens», do qual falarei detalhadamente quando essa notícia surgir nas edições 8 e 16 da «Nova Costa de Oiro».
Politicamente situamo-nos em campos opostos, como é público. Não obstante, falamos, discutimos, esgrimimos argumentos, aberta e frontalmente, com elevação e algumas «picardias» naturais.
Em Lagos, Vila-a-dentro, a Amizade escreve-se com A maiúsculo.
«[...] A busca do tão falado turismo de qualidade não passa para já, de uma parca ilusão [...]», Nuno Marques, Outubro de 1995, opinião que era então a minha e que hoje se mantém cada vez mais firme!
(pela sua espantosa actualidade, recomendo a leitura do artigo do Nuno Marques, na página 8 da edição 1 da «Nova Costa de Oiro»).
1 comentário:
Turismo de qualidade é mesmo uma miragem. O turismo vulgar, também. Basta fazer uma visita ao centro histórico durante a noite para certificarmos dessa realidade. Estamos em meados de Abril e os restaurantes, bares e lojas diversas permanecem, vulgarmente, às moscas.
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