A revista «Nova Costa de Oiro» foi apresentada publicamente em 27 de Outubro de 1995, dia da Cidade de Lagos, no «Amuras», na Marina da nossa terra.
Nasceu pela vontade e pela persistência do Hélio [Custódio do Carmo] José, conforme se recorda no editorial que publicou nessa data, e que se reproduz: «Sobretudo a Revista “Nova Costa de Oiro” é um projecto para intervenção e opinião da sociedade civil, será um veiculo de culturas e tendo como principal objectivo servir e defender os lacobrigenses», escreveu.
Passou por várias fases e por muitas dificuldades. Mas também deu muitas alegrias a quem a fez, com profissionalismo, com empenho, servindo e defendendo Lagos e os lacobrigenses, sempre.
Foram publicados 32 números, o último em Dezembro de 1999, na sequência do trágico falecimento do então seu proprietário, [José Joaquim Lopes de] Figueiredo Luís.
Embarquei neste sonho do Hélio desde o primeiro momento, tendo exercido as funções de Chefe de Redacção e, no seu fim, de Director Geral, só interrompido por razões de saúde familiar.
Agora, quase 20 anos depois de ter terminado, a «Nova Costa de Oiro» está de volta a Lagos e acessível aos nossos concidadãos. O nosso objectivo? Claro que será o de servir e defender os lacobrigenses, como era o nosso propósito em 1995 e o rumo do qual nunca nos afastámos.
A «Nova Costa de Oiro» será uma revista dos nossos dias, dos tempos em que vivemos, digital, usando os recursos tecnológicos actuais e as redes sociais.
Até Outubro deste ano, iremos centrar-nos, essencialmente, na recordação de textos publicados e dos seus autores, alguns já desaparecidos do nosso convívio.
Desfrutai!
Carlos Mesquita
Ler e descarregar a revista nesta ligação.


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