Três notas, três notas só, neste mês:
A primeira nota: no dia 1 de Novembro de 1755, Portugal foi atingido por um violento sismo, na sequência do qual poderão ter morrido cerca de 100 mil pessoas. A costa sul do nosso país e Lagos, em particular, foram severamente afectados por este cataclismo natural. Daí que hoje, rigorosamente 264 anos passados sobre a tragédia que então nos assolou, recordamos esse dia longínquo. E este é um «bom» pretexto para que nos interroguemos e para que reflictamos: e se se repetisse hoje um sismo dessa magnitude? Como ficaria Lagos? Quantas pessoas iriam morrer?
E em Lisboa? O que poderia acontecer na cidade capital de Portugal? E estaremos devidamente preparados para enfrentar uma calamidade desta natureza? Infelizmente, a resposta não deverá ser muito animadora nem, tão pouco, tranquilizadora...
A segunda nota: a Nova Costa de Oiro esteve presente na celebração do 42º aniversário do Núcleo de Lagos do Movimento Democrático de Mulheres (M.D.M). Na ocasião falou-se do tráfico de pessoas e de variadas formas de exploração humanas, com especial destaque para a situação que é vulgarmente apelidada de «barrigas de aluguer» para gestação, em troco de dinheiro, de quem não consegue procriar no seu seio familiar. E assolou-nos a dúvida se, como sociedade tecnologicamente desenvolvida, aparentemente alfabetizada e letrada não há situações que poderão ser passíveis de «condenação» social?
A terceira nota: olho para a Ficha Técnica da Nova Costa de Oiro, aqui ao lado, e fico feliz. Desde Outubro, mais nomes se juntaram à nossa equipa. Amigos, acima de tudo, certamente. Mas, também, pessoas de grande valor e a quem agradeço, publicamente, a colaboração.
Carlos Mesquita
A primeira nota: no dia 1 de Novembro de 1755, Portugal foi atingido por um violento sismo, na sequência do qual poderão ter morrido cerca de 100 mil pessoas. A costa sul do nosso país e Lagos, em particular, foram severamente afectados por este cataclismo natural. Daí que hoje, rigorosamente 264 anos passados sobre a tragédia que então nos assolou, recordamos esse dia longínquo. E este é um «bom» pretexto para que nos interroguemos e para que reflictamos: e se se repetisse hoje um sismo dessa magnitude? Como ficaria Lagos? Quantas pessoas iriam morrer?
E em Lisboa? O que poderia acontecer na cidade capital de Portugal? E estaremos devidamente preparados para enfrentar uma calamidade desta natureza? Infelizmente, a resposta não deverá ser muito animadora nem, tão pouco, tranquilizadora...
A segunda nota: a Nova Costa de Oiro esteve presente na celebração do 42º aniversário do Núcleo de Lagos do Movimento Democrático de Mulheres (M.D.M). Na ocasião falou-se do tráfico de pessoas e de variadas formas de exploração humanas, com especial destaque para a situação que é vulgarmente apelidada de «barrigas de aluguer» para gestação, em troco de dinheiro, de quem não consegue procriar no seu seio familiar. E assolou-nos a dúvida se, como sociedade tecnologicamente desenvolvida, aparentemente alfabetizada e letrada não há situações que poderão ser passíveis de «condenação» social?
A terceira nota: olho para a Ficha Técnica da Nova Costa de Oiro, aqui ao lado, e fico feliz. Desde Outubro, mais nomes se juntaram à nossa equipa. Amigos, acima de tudo, certamente. Mas, também, pessoas de grande valor e a quem agradeço, publicamente, a colaboração.
Carlos Mesquita
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